Treinar sozinho ou em grupo: o que resulta melhor?

Quando se trata de começar (ou manter) uma rotina de treino, há uma dúvida comum:
👉 é melhor treinar sozinho ou em grupo?
A resposta não é tão simples quanto parece, até porque os resultados não dependem apenas do tipo de treino, mas sobretudo de um fator decisivo: a consistência.
E é aqui que entra um conceito-chave da ciência do exercício: a adesão ao exercício, amplamente estudada como um dos principais fatores para o sucesso a longo prazo (Dishman et al., 1985).
🧠 O que realmente determina os resultados?
Pode ter o melhor plano de treino do mundo, mas se não o conseguir manter ao longo do tempo, não vai funcionar.
A evidência científica é clara: a continuidade no treino é um dos maiores preditores de resultados sustentáveis (ACSM, 2021).
👉 Traduzindo: o melhor treino é aquele que consegue manter.
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🏋️ Treinar sozinho: liberdade e autonomia
Treinar de forma individual tem vantagens claras:
✔ Flexibilidade total
Treina quando quiser, ao seu ritmo.
✔ Foco pessoal
Sem distrações. Ideal para quem já sabe o que está a fazer.
✔ Independência
Não depende de horários ou grupos.
Mas há o reverso da medalha:
❌ Maior risco de desistência
A ausência de compromisso externo está associada a menor consistência (Dishman et al., 1985).
❌ Falta de orientação
Erros técnicos podem passar despercebidos, aumentando o risco de lesão.
❌ Menor motivação
A motivação pode oscilar sem estímulos externos.
👥 Treinar em grupo: motivação e energia coletiva
As aulas de grupo são uma das formas mais eficazes de manter consistência.
Porquê?
✔ Ambiente motivador
A energia do grupo aumenta o envolvimento e o esforço.
✔ Compromisso social
A presença de outros aumenta a probabilidade de comparecer e manter a rotina (Carron et al., 1996).
✔ Estrutura orientada
Não precisa de pensar, basta seguir.
Este efeito está ligado à motivação extrínseca, especialmente relevante nas fases iniciais (Ryan & Deci, 2000).
No AXIS WELLNESS, as aulas de grupo são pensadas para:
- Diferentes níveis
- Ambientes dinâmicos
- Progressão segura
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⚖️ Então… qual é melhor?
A resposta mais honesta é: depende da pessoa.
- Se valoriza autonomia e já tem experiência → treino individual pode funcionar
- Se precisa de motivação e estrutura → treino em grupo é uma excelente opção
Mas há uma terceira via, que é muitas vezes a mais eficaz.
🎯 Treino personalizado: o melhor dos dois mundos
No AXIS WELLNESS, o treino personalizado surge como a solução mais completa.
Porquê?
✔ Plano totalmente adaptado
Objetivos, limitações e ritmo são tidos em conta.
✔ Acompanhamento constante
Nunca treina “às cegas”.
✔ Motivação individualizada
Nem pressão de grupo, nem isolamento. O equilíbrio perfeito.
✔ Compromisso real
Horário marcado, acompanhamento próximo e responsabilidade.
Além disso, permite trabalhar um fator essencial: a autoeficácia, a confiança na própria capacidade, fortemente associada à persistência no exercício (Bandura, 1997).
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💬 Conclusão
Treinar sozinho ou em grupo não é a questão mais importante.
A verdadeira questão é:
👉 qual destas opções o vai fazer continuar?
Porque no final:
- A consistência vence a intensidade
- A motivação vence a obrigação
- O acompanhamento certo faz toda a diferença
Se ainda não encontrou o seu método, talvez esteja apenas a usar a abordagem errada.
🏡 O papel do AXIS WELLNESS
Uma das grandes vantagens do AXIS WELLNESS é precisamente a diversidade de opções:
- Treino individual para quem prefere autonomia
- Aulas de grupo para quem procura energia e dinâmica
- Treino personalizado para quem quer resultados mais rápidos, seguros e consistentes.
Aqui, não existe uma única forma de treinar; existe a forma certa para si. Acreditamos que poderá encontrar um conjunto diversificado de atividades, que vão desde a musculação, aulas de grupo, natação, hidroginástica, pilates, ou treino personalizado passando por um SPA onde poderá relaxar e descontrair depois de um dia exigente, até um serviço de nutrição (incluído em todas as modalidades de adesão), onde poderá obter o aconselhamento e acompanhamento necessários para mudar os seus hábitos alimentares.
📚 Referências bibliográficas
- Dishman, R. K., Sallis, J. F., & Orenstein, D. R. (1985). The determinants of physical activity and exercise. Public Health Reports.
- Ryan, R. M., & Deci, E. L. (2000). Intrinsic and Extrinsic Motivations: Classic Definitions and New Directions. Contemporary Educational Psychology.
- Carron, A. V., Hausenblas, H. A., & Mack, D. (1996). Social influence and exercise: a meta-analysis. Journal of Sport & Exercise Psychology.
- Bandura, A. (1997). Self-efficacy: The exercise of control.
- American College of Sports Medicine (2021). ACSM’s Guidelines for Exercise Testing and Prescription.
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