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Doenças reumáticas: exercício físico e benefícios do SPA

Doenças reumáticas: o exercício físico e o SPA podem ajudar a viver melhor?

A dor nas articulações, a rigidez ao acordar e a dificuldade em realizar tarefas quotidianas não têm de significar o fim de uma vida ativa. A ciência demonstra que o exercício físico adaptado pode ajudar a preservar a mobilidade, melhorar a força muscular e reduzir as limitações associadas a muitas doenças reumáticas.

E o calor, a água e as estratégias de relaxamento? Podem também contribuir para o conforto e o bem-estar, desde que utilizados de forma adequada.

Descubra o que são as doenças reumáticas, quem mais afetam e como o movimento, os tratamentos clínicos e os cuidados de SPA podem integrar uma abordagem orientada para a saúde e a qualidade de vida.

O que são as doenças reumáticas?

As doenças reumáticas constituem um grupo vasto e heterogéneo de patologias que afetam sobretudo as articulações, os músculos, os tendões, os ligamentos, os ossos e outras estruturas do aparelho locomotor. Algumas podem também comprometer órgãos e sistemas como a pele, os olhos, os pulmões ou os rins.

As suas causas são diversas. Existem doenças degenerativas, inflamatórias, autoimunes e metabólicas, com manifestações que variam desde desconforto ligeiro até dor persistente e limitações funcionais significativas.

Entre as mais conhecidas encontram-se:

  • Osteoartrose: provoca alterações progressivas de toda a articulação, incluindo a cartilagem e o osso subjacente. Pode causar dor, rigidez e dificuldade em caminhar ou realizar movimentos habituais.
  • Artrite reumatoide: doença inflamatória autoimune que pode afetar várias articulações e provocar lesões se a inflamação não for adequadamente controlada.
  • Espondiloartrites: grupo de doenças inflamatórias que pode afetar a coluna vertebral, as articulações sacroilíacas e outras articulações.
  • Osteoporose: caracteriza-se pela diminuição da resistência óssea e pelo aumento do risco de fraturas. Pode evoluir sem sintomas até ocorrer uma fratura.
  • Fibromialgia: condição associada a dor generalizada, fadiga, alterações do sono e dificuldades de concentração.
  • Gota: doença inflamatória causada pela deposição de cristais de urato nas articulações, podendo desencadear crises de dor intensa, vermelhidão e inchaço.

 

Embora sejam frequentemente associadas ao envelhecimento, estas doenças podem surgir em qualquer idade. A osteoartrose e a osteoporose tornam-se mais frequentes com o avançar dos anos, enquanto algumas doenças inflamatórias podem manifestar-se em adultos jovens. A artrite reumatoide, a osteoporose e a fibromialgia são mais frequentes nas mulheres, ao passo que a gota afeta sobretudo os homens.

É importante compreender que nem todas as doenças reumáticas podem ser prevenidas. No entanto, existem medidas que ajudam a reduzir determinados fatores de risco, preservar a função física e melhorar a gestão dos sintomas.

Doenças reumáticas: um problema de saúde pública

A dimensão destas patologias é expressiva. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1,71 mil milhões de pessoas viviam com condições musculoesqueléticas em 2019, incluindo dor lombar, osteoartrose, artrite reumatoide, fraturas e outras condições. Estas patologias constituem uma das principais causas de incapacidade a nível mundial.

Em Portugal, o estudo epidemiológico EpiReumaPt, publicado em 2016, avaliou a prevalência das doenças reumáticas na população adulta e identificou um conjunto significativo de patologias, com destaque para a dor lombar, as doenças periarticulares e a osteoartrose. Entre as estimativas encontradas, a dor lombar apresentava uma prevalência de 26,4%, a osteoartrose do joelho de 12,4% e a osteoporose de 10,2%. Estas percentagens referem-se a condições específicas e não devem ser somadas, uma vez que uma mesma pessoa pode apresentar mais do que uma doença.

O estudo demonstrou também que estas patologias estão associadas a pior qualidade de vida e a limitações da função física, reforçando a importância da prevenção, do diagnóstico atempado e do acompanhamento adequado.

O envelhecimento da população, o excesso de peso, o sedentarismo, determinadas predisposições genéticas e antecedentes de lesões podem contribuir para o risco de algumas destas doenças ou agravar as suas consequências. Por outro lado, a manutenção de hábitos saudáveis pode ajudar a preservar a mobilidade e a autonomia ao longo da vida.

A boa notícia é que o movimento pode fazer parte da solução.

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Exercício físico: porque é tão importante para as articulações?

Quando surge dor, a tendência natural é reduzir os movimentos para evitar o desconforto. Em determinadas situações, sobretudo perante uma crise inflamatória ou uma lesão aguda, pode ser necessário ajustar temporariamente a atividade. Contudo, evitar sistematicamente o exercício pode desencadear um ciclo de inatividade, perda de força muscular, maior dificuldade em movimentar-se e redução progressiva da capacidade funcional.

O exercício físico adaptado ajuda a contrariar este processo.

As recomendações atualizadas da European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR), publicadas em 2026, reforçam a importância de promover a atividade física como parte dos cuidados habituais das pessoas com artrite inflamatória e osteoartrose. A escolha do exercício deve considerar as necessidades individuais, as limitações existentes e a redução do tempo passado em comportamento sedentário.

Entre os benefícios do exercício físico destacam-se:

1. Redução da dor e melhoria da função

Em doenças como a osteoartrose, o exercício terapêutico pode contribuir para reduzir a dor e facilitar tarefas como caminhar, subir escadas ou levantar-se de uma cadeira. A melhoria tende a depender da regularidade e da adequação do programa.

2. Aumento da força muscular

Músculos mais fortes ajudam a suportar as articulações, melhorar o controlo dos movimentos e facilitar as atividades quotidianas. A preservação da força é particularmente importante com o avançar da idade.

3. Manutenção da mobilidade

Os exercícios de mobilidade e flexibilidade ajudam a preservar a amplitude dos movimentos e podem reduzir a sensação de rigidez. São especialmente relevantes em algumas doenças inflamatórias que afetam a coluna vertebral.

4. Melhoria do equilíbrio e prevenção de quedas

O treino de força, equilíbrio e coordenação pode ajudar a reduzir o risco de quedas, sobretudo em pessoas com osteoporose ou fragilidade física. Prevenir quedas é essencial para reduzir a probabilidade de fraturas.

5. Benefícios para a saúde geral

A atividade física regular contribui para a saúde cardiovascular e metabólica, ajuda a controlar o peso e pode melhorar o sono, o humor e a qualidade de vida. Estes benefícios são importantes mesmo quando a doença reumática não pode ser evitada ou curada.

A evidência científica é particularmente sólida para o papel do exercício terapêutico na osteoartrose e reconhece a atividade física como uma componente importante da gestão de várias doenças inflamatórias. Contudo, os resultados variam consoante a patologia e a situação clínica.

Que exercícios são mais adequados?

Não existe um programa universal para todas as doenças reumáticas. A escolha deve ter em conta o diagnóstico, as articulações afetadas, a intensidade dos sintomas, a condição física e os objetivos individuais.

Treino de força

O fortalecimento muscular pode ser realizado com máquinas, pesos livres, bandas elásticas ou exercícios com o peso corporal.

Na osteoartrose do joelho, por exemplo, o fortalecimento dos membros inferiores pode ajudar a melhorar a função e a capacidade de realizar movimentos quotidianos. Na osteoporose, o treino de resistência, associado a exercícios adequados de sustentação do peso corporal, pode contribuir para a saúde óssea e a prevenção de quedas.

Em pessoas com osteoporose grave ou fraturas vertebrais prévias, a seleção dos exercícios exige precauções específicas, nomeadamente relativamente a cargas e movimentos de flexão ou rotação da coluna.

Exercício cardiovascular

Caminhar, pedalar numa bicicleta estática, nadar e realizar outras atividades aeróbias adaptadas são opções que podem melhorar a resistência física e a saúde cardiovascular.

A bicicleta estática pode ser útil para algumas pessoas com osteoartrose dos membros inferiores, por permitir movimento repetido com uma carga articular relativamente controlada. A caminhada pode ser adequada para outras, dependendo da dor, do equilíbrio e da capacidade funcional.

O princípio fundamental é começar com uma intensidade tolerável e aumentar progressivamente a duração e a frequência.

Mobilidade, Pilates e Yoga

Os exercícios de mobilidade, flexibilidade e controlo corporal podem ajudar a preservar a amplitude articular e a qualidade dos movimentos.

O Pilates, quando devidamente adaptado, permite trabalhar a estabilidade, a coordenação, o controlo do movimento e a consciência corporal. O Yoga pode também ser uma opção para algumas pessoas, desde que as posturas sejam ajustadas às limitações individuais.

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Em doenças como a espondiloartrite axial, os exercícios de mobilidade da coluna, postura e expansão torácica podem assumir particular relevância, integrados num plano terapêutico adequado.

Nenhuma destas modalidades é obrigatória ou adequada a todos. A escolha deve privilegiar o conforto, a segurança e a possibilidade de manter uma prática regular.

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Exercício na água e hidroginástica

A água oferece condições favoráveis à prática de exercício em pessoas para quem a dor ou o excesso de peso dificultam a atividade em terra.

A flutuação reduz a carga suportada por determinadas articulações, enquanto a resistência da água permite trabalhar a força, a mobilidade e a resistência física. O ambiente aquático pode também facilitar a realização de movimentos que seriam mais desconfortáveis fora de água.

A hidroginástica e os programas de exercício aquático podem ser úteis em pessoas com osteoartrose e noutras condições musculoesqueléticas, desde que adaptados às suas capacidades.

É importante distinguir, contudo, o exercício realizado numa piscina de um tratamento clínico de hidroterapia. A temperatura, a profundidade, os exercícios utilizados e a supervisão variam, pelo que os resultados não são necessariamente equivalentes.

O calor e o SPA podem aliviar os sintomas?

Para além do exercício físico, algumas intervenções complementares podem ajudar a gerir a rigidez, a tensão muscular e a sensação de desconforto. Entre elas encontram-se a termoterapia, a hidroterapia e a balneoterapia.

Estes conceitos não são sinónimos. A termoterapia utiliza o calor ou o frio com objetivos terapêuticos; a hidroterapia recorre à água em intervenções terapêuticas, frequentemente com exercício; e a balneoterapia envolve a utilização terapêutica de águas minerais ou termais.

Uma zona térmica de SPA pode proporcionar relaxamento e conforto, mas a sua utilização não equivale automaticamente a um tratamento médico de hidroterapia ou balneoterapia.

Quais são os possíveis benefícios do calor?

A aplicação de calor pode aumentar temporariamente o fluxo sanguíneo superficial, favorecer o relaxamento muscular e reduzir a sensação de rigidez. Em algumas pessoas com dor musculoesquelética crónica, estas respostas podem facilitar o movimento e contribuir para o bem-estar.

Os possíveis benefícios incluem:

  • Alívio temporário da rigidez articular.
  • Relaxamento muscular e redução da sensação de tensão.
  • Maior conforto antes de realizar exercícios de mobilidade.
  • Sensação de relaxamento e bem-estar.

Estes efeitos não significam que o calor trate a causa da doença, impeça a progressão das lesões ou substitua a medicação prescrita. A evidência depende da patologia, da modalidade utilizada e das características da pessoa.

Quando é necessário ter precaução?

O calor não é indicado em todas as circunstâncias. Uma articulação muito quente, inchada e dolorosa durante uma crise inflamatória pode exigir uma abordagem diferente, incluindo eventualmente arrefecimento local, de acordo com a orientação clínica.

Saunas, banhos muito quentes e outras experiências térmicas podem provocar vasodilatação, tonturas, queda da pressão arterial e desidratação. É necessária especial prudência em pessoas com determinadas doenças cardiovasculares, alterações da pressão arterial, sensibilidade térmica reduzida ou outras condições clínicas relevantes.

Perante febre, mal-estar, inflamação aguda ou doença descompensada, a utilização da zona térmica deve ser adiada até existir orientação adequada. Em caso de dúvida, deve ser solicitada avaliação médica.

Como integrar o SPA numa rotina saudável?

Para uma pessoa clinicamente apta a utilizar a zona térmica, uma abordagem prudente pode incluir períodos curtos de exposição ao calor, hidratação adequada, pausas para arrefecimento e atenção à resposta do organismo.

O SPA pode complementar uma rotina de exercício e recuperação, proporcionando um momento de relaxamento. No entanto, não deve ser considerado uma intervenção isolada para controlar uma doença reumática.

O objetivo é usufruir dos benefícios potenciais do calor quando este é apropriado, respeitando as limitações individuais e privilegiando estratégias com benefícios sustentados para a saúde.

Exercício, tratamentos e acompanhamento médico: uma abordagem integrada

O tratamento das doenças reumáticas depende do diagnóstico e pode envolver medicação, exercício terapêutico, fisioterapia, educação para a autogestão da doença, controlo do peso e, em situações específicas, cirurgia.

Na artrite reumatoide e noutras doenças inflamatórias, os medicamentos modificadores da doença são fundamentais para controlar a inflamação e prevenir lesões. O exercício complementa o tratamento, mas não o substitui.

Na osteoartrose, o exercício terapêutico e, quando indicado, a gestão do peso constituem componentes centrais do tratamento. Podem ser associados a medicamentos para controlo dos sintomas, segundo avaliação clínica.

Na osteoporose, a prevenção de quedas, o exercício adequado, uma alimentação nutricionalmente suficiente e, quando necessário, a terapêutica farmacológica são essenciais para reduzir o risco de fraturas.

Na fibromialgia, uma abordagem multidisciplinar que inclua atividade física progressiva, estratégias para melhorar o sono e intervenções psicológicas, quando indicadas, pode ajudar a gerir os sintomas.

Em todas estas situações, a articulação entre os profissionais de saúde e os profissionais de exercício com competências adequadas permite definir objetivos realistas, ajustar a carga de treino e acompanhar a evolução.

Como começar a praticar exercício com segurança?

Viver com uma doença reumática não significa necessariamente esperar pela ausência total de dor para começar a movimentar-se. Significa encontrar a forma mais adequada de o fazer.

Alguns princípios são fundamentais:

  1. Começar gradualmente. Sessões curtas e toleráveis são preferíveis a esforços excessivos que comprometam a continuidade.
  2. Adaptar os exercícios. A carga, a amplitude, o impacto e a duração devem respeitar as capacidades individuais.
  3. Manter a regularidade. A consistência ao longo das semanas é geralmente mais importante do que realizar sessões muito intensas de forma esporádica.
  4. Respeitar os sintomas. Uma dor intensa, nova ou progressiva, um aumento significativo do inchaço ou uma perda súbita de função justificam interromper o exercício e procurar aconselhamento clínico.
  5. Valorizar a recuperação. O descanso, o sono, a hidratação e a gestão da carga de treino fazem parte do processo.
  6. Procurar acompanhamento profissional. O médico e o fisioterapeuta podem ajudar a definir as precauções clínicas, enquanto os profissionais de exercício devidamente qualificados podem apoiar a adaptação e a progressão do programa.

 

Uma ligeira sensação de esforço muscular pode ser normal no início de um programa. Contudo, não se deve insistir perante dor articular intensa ou sintomas que se agravem de forma persistente após a atividade.

AXIS WELLNESS: movimento e bem-estar ao longo da vida

Viver com uma doença reumática pode exigir adaptações, mas não significa abdicar de uma vida ativa. Com orientação adequada, o exercício físico pode ajudar a preservar a força, a mobilidade e a autonomia, enquanto as estratégias de recuperação e relaxamento podem complementar o cuidado diário.

No AXIS WELLNESS, a atividade física pode integrar uma abordagem orientada para a saúde, através do acompanhamento na sala de exercício, de aulas ajustáveis às capacidades individuais e dos serviços de treino personalizado e exercício clínico, de acordo com a avaliação e as necessidades de cada pessoa.

A escolha da atividade, a progressão do treino e a utilização de serviços complementares devem respeitar o diagnóstico, os sintomas e as recomendações dos profissionais de saúde. Sempre que exista uma doença reumática diagnosticada, é importante articular o exercício com o plano clínico em curso.

O movimento não elimina todas as doenças reumáticas, mas pode ajudar a reduzir as suas limitações. Mais do que procurar fazer tudo, importa encontrar a atividade certa, na dose adequada e com acompanhamento sempre que necessário.

Porque cuidar das articulações, preservar a autonomia e continuar a fazer aquilo de que se gosta são objetivos que merecem ser trabalhados todos os dias.

No AXIS WELLNESS, o exercício, o treino de força, a avaliação individualizada e o acompanhamento especializado (o serviço de nutrição e medicina geral e familiar estão incluídos em todas as modalidades de adesão), podem ser aquilo que precisa, se estiver a pensar em prevenir ou controlar uma doença reumática.  Para mais informações sobre os nossos serviços, clique aqui , ou contacte-nos através do nº 258 847 555 (Viana do Castelo).

 


Referências científicas

  1. World Health Organization. Musculoskeletal conditions. Dados globais sobre prevalência e impacto das condições musculoesqueléticas. Consultar a OMS.
  2. Branco JC, Rodrigues AM, Gouveia N, et al. Prevalence of rheumatic and musculoskeletal diseases and their impact on health-related quality of life, physical function and mental health in Portugal: results from EpiReumaPt — a national health survey. RMD Open. 2016;2. Consultar o estudo EpiReumaPt.
  3. Rausch Osthoff AK, Vliet Vlieland TPM, Ferreira RJO, et al. EULAR recommendations for physical activity in people with inflammatory arthritis and osteoarthritis: 2025 update. Annals of the Rheumatic Diseases. 2026;85(6):1026–1038. Consultar as recomendações EULAR.
  4. National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Osteoarthritis in over 16s: diagnosis and management. Guideline NG226, 2022. Consultar as recomendações clínicas.
  5. Macfarlane GJ, Kronisch C, Dean LE, et al. EULAR revised recommendations for the management of fibromyalgia. Annals of the Rheumatic Diseases. 2017;76:318–328. Consultar a publicação.
  6. National Osteoporosis Guideline Group (NOGG). Clinical guideline for the prevention and treatment of osteoporosis. Consultar as orientações clínicas.

 

Nota: este artigo tem caráter informativo e não substitui o diagnóstico, a avaliação ou o tratamento por profissionais de saúde. A adequação do exercício físico e da exposição ao calor deve ser determinada individualmente.

Imagem gerada por IA